2 de out. de 2012
4 de set. de 2012
Veja 10 tipos de dança que ajudam a perder peso
Hip Hop ajuda a perder alguns quilos sem você perceber
Foto: Getty Images
É possível queimar de 500 a mil calorias por hora, sem colocar o pé em uma esteira. O site iVillage listou 10 tipos diferentes de danças para você perder alguns quilinhos sem perceber.
Dança do ventre:
A dança do ventre envolve teatro e sedução, mas a mistura rítmica dos quadris, abdômen, peito, ombros, braços e costas deixam o treino mais pesado. A dança usa todos os músculos do núcleo do corpo com o mínimo esforço sobre as articulações, por isso é perfeito para pessoas de todas as idades ou aquelas que tem alguma lesão. Fazer dança do ventre também pode ser uma ótima maneira de fortalecer os músculos das costas, minimizando a dor lombar. Para começar você só precisa de algumas músicas e um lenço para amarrar em torno dos quadris.
Burlesca:
Uma espécie de strip tease elegante, a dança burlesca ajuda a perder peso enquanto você lança a sua roupa. Existem diferentes trabalhos abdominais durante os exercícios. Dançar de salto alto também ajuda a desenvolver alguns músculos nas pernas que você não sabia que tinha. Muitos estúdios de dança e academias de ginástica oferecem a dança burlesca, mas se preferir, pode compiar os movimentos de um DVD. Use o bom senso se você for um novato. Se um movimento parece muito pesado no uso do pescoço ou das articulações, deixe de fora da sua coreografia.
Ballet:
Dançar ballet ajuda a treinar a força e resistência de uma só vez. A sustentação e os movimentos graciosos permitem construir a força muscular e a resistência, e os saltos queimam as calorias. Enquanto os braços e as pernas da bailarina estão em movimento, o abdomem e as costas ficam responsáveis pela força e equilíbrio. A maioria dos estúdios de dança oferece aulas para adultos iniciantes com exercícios que focam na flexibilidade e no trabalho muscular.
Zumba:
A zumba é o melhor treino para queimar calorias e tonificar os braços. A dança, inspirada nas coreografias latinas, combina alta energia coreográfica com sequências repetidas, ideal para dar forma aos músculos das pernas e glúteos. Muitas academias e estúdios de dança oferecem aulas de Zumba. Outra opção é praticar a dança em casa, usando jogos de videogame.
Bhangra:
Esta dança tradicional da Índia foi originalmente criada para comemorar a colheita e marcos das comunidades, mas ela também pode ajudar quem quer entrar em forma. Os movimentos do Bhangra consistem em o encolher de ombros e levantar o joelho de forma bastante elevada. Como a dança é levada ao som de um tambor, chamado de dhol, é possível melhorar o equilíbrio.
Salsa:
Animar a sua rotina de exercícios com um brilho latino pode ajudar a desenvolver força e resistência, além de criar planos para um sexta-feira a noite, por exemplo. As sequências de passos esculpem as pernas e os glúteos. Além disso, a salsa ajuda a manter uma boa postura, fortalecendo a parte superior do corpo. Você queima muitas calorias durante a aula porque é uma dança bastante enérgica. É importante procurar uma academia porque as coreografias feitas para casais.
Dança africana:
A dança africana mistura alongamento, fortalecimento e respiração. O estilo e o ritmo são baseados onde a dança se originou e as formas de danças afrricanas, muitas vezes, envolvem trabalhos com as pernas e quadril. Todos os movimentos criados a partir das batidas dos tambores ajudam no fortalecimento dos glúteos e das coxas. Muitas academias oferecem dança aeróbica com inspiração africana.
Dança de salão:
Esta é uma ótima forma para ficar em forma. A dança de salão é perfeita para casais mais velhos ou fora de forma. A coreografia exige que as pessoas ocupem toda a sala de dança com reviravoltas e uma postura impecável. Ela ajuda a melhorar o equilíbrio e a coordenação.
Hip Hop:
O Hip Hop combina elementos de jazz com movimentos de dança de rua. Movimentos típicos ajudam a soltar o pescoço, ombros e quadris, dão equilíbrio e, muitas vezes, são acrobáticos. Muitos dos passos são feitos com os joelhos dobrados. Treine bastante e mostre seus dotes para os amigos.
Sapateado:
O sapateado é uma mistura da dança irlandesa com passos do oeste africano, chamados gioube. Todos as batidas de pés ajudam a queimar gordura. A dança faz bem para o coração, resistência, força e equilíbrio geral. Além disso, mantendo o controle de todas essas combinações, a coreografia ajuda a trabalhar a memória e coordenação. Se você não quer começar as aulas em uma academia, treine em casa copiando qualquer ritmo que ouvir batendo os pés e as palmas das mãos.
Fonte: http://saude.terra.com.br/dietas/veja-10-tipos-de-danca-que-ajudam-a-perder-peso,86581b9aa3f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html
BOA DANÇA !!!
HISTÓRIA DA DANÇA E SEUS BENEFÍCIOS PARA O CORPO
| TIPOS DE DANÇA |
| História da Dança Na história da dança, pode-se verificar que ela é uma das maneiras encontradas pelo ser humano de expressar sua arte e movimentos. Ainda naPré História, a dança e a música eram usadas para representar situações e muitas delas ficaram registradas nas paredes de cavernas rupestres. A dança já era executada durante o antigo Egito, por meio da dança do ventre, para homenagear deuses e na Ásia ela tinha cunho religioso. Além disso, poderia significar a cura, a morte ou o nascimento de uma pessoa. Na Grécia Antiga, a dança ainda podia representar algo muito importante na educação e no culto de algumas religiões. ![]() O teatro nessa época também passou a contar com cenas onde os atores dançavam durante os atos. Surgiram também as sátiras e comédias gregas. Quando o território grego foi tomado pelos romanos, suas danças também passaram a influenciar esse povo. Na Idade Média, a influência da Igreja Católica proibiu algumas danças que continham coreografias que infringiam as diretrizes católicas. Durante o século XIV, predominavam as danças religiosas feitas pelos artesãos. Nas festas em família, essa expressão artística era muito usada pelas pessoas. O Rei Luís XIV incentivou o balé na França e deu apoio para manifestações culturais. No início dos anos 1900, a dança contemporânea começou a ser inserida nos salões e escolas de dança. Atualmente, não existe apenas um estilo crescendo sozinho, ele acaba sofrendo influência de outros tipos de dança como o rock e o jazz. Benefícios da Dança para o Corpo Flexibilidade Para praticar a dança, é importante muita flexibilidade e por isso a pessoa deve realizar uma boa série de alongamentos antes de começar a praticar. Durante a própria dança, é exigido do dançarino que ele busque trabalhar o extremo de cada músculo de seu corpo e como isso pode causar dores musculares, o importante é estar preparado. Força Quando a pessoa dança, ela está forçando seu corpo para que ele resista ao peso de seu corpo. Os saltos de alguns tipos de dança exigem o uso de muita força. Resistência Para quem pretende praticar a dança, é importante acostumar o seu músculo com as séries de exercícios feitas durante as coreografias. Com o corpo cada vez mais adaptado a prática de dança, você sentirá menos dores e desconforto muscular. ![]() Bem-Estar Com a dança, as pessoas podem criar um convívio com as pessoas e estabelecer contatos. A sensação de bem-estar é adquirida com as conversas e a convivência com outras pessoas que compartilham a pratica. |
Fonte: http://tipos-de-danca.info/
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA - Parte 3.
História da Educação Física
Autor: Prof.Luiz Carlos de Moraes
Autor: Prof.Luiz Carlos de Moraes
(No Brasil dos anos 1960 á 1990)
No Brasil dos anos 60 começou a ser implantada nas poucas academias pelos professores da A. C. M. ganhando cada vez mais adeptos nos anos 70 sempre com inovações fundamentadas na ciência. Sendo assim o Dr. Willian Skarstrotron, americano de origem sueca, dividiu a Calistenia em oito grupos diferentes do original: braços e pernas, região póstero superior do tronco, póstero inferior do tronco, laterais do tronco, equilíbrio, abdômen, ombros e escápulas, os saltitos e as corridas.
Nos anos 80 a ginástica aeróbica invadiu as academias do Rio de Janeiro e São Paulo abafando um pouco a calistenia. Como na Educação Física sempre há evolução também em função dos erros e acertos. Surge então, ainda no final dos anos 80 a ginástica localizada desenvolvida com fundamentos teóricos dos métodos da musculação e o que ficou de bom da Calistenia. A ginástica aeróbica de alto impacto causou muitos microtraumatismos por causa dos saltitos em ritmos musicais quase alucinantes. A musculação surgiu com uma roupagem nova ainda nos anos 70 para apagar o preconceito que algumas pessoas tinham com relação ao Halterofilismo.
Hoje, sob pretexto da criatividade, a ginástica localizada passa por uma fase ruim com alguns professores ministrando aleatoriamente, aulas sem fundamentos específicos com repetições exageradas, fato que a ciência já reprovou, principalmente se o público alvo for o cidadão comum.
Hoje, sob pretexto da criatividade, a ginástica localizada passa por uma fase ruim com alguns professores ministrando aleatoriamente, aulas sem fundamentos específicos com repetições exageradas, fato que a ciência já reprovou, principalmente se o público alvo for o cidadão comum.
A EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL
Os índios - No Brasil colônia - Os primeiros habitantes, os índios, deram pouca contribuição a não ser os movimentos rústicos naturais tais como nadar, correr atraz da caça, lançar, e o arco e flecha. Nas suas tradições incluem-se as danças, cada uma com significado diferente: homenageando o sol, a lua, os Deuses da guerra e da paz, os casamentos etc. Entre os jogos incluem-se as lutas, a peteca, a corrida de troncos entre outras que não foram absorvidas pelos colonizadores. Sabe-se que os índios não eram muito fortes e não se adaptavam ao trabalho escravo.
Os negros e a capoeira - Sabe-se que vieram para o Brasil para o trabalho escravo e as fugas para os Quilombos os obrigava a lutar sem armas contra os capitães-do-mato, homens a mando dos senhores de engenho que entravam mato adentro para recapturar os escravos. Com o instinto natural, os negros descobriram ser o próprio corpo uma arma poderosa e o elemento surpresa. A inspiração veio da observação da briga dos animais e das raízes culturais africanas. O nome capoeira veio do mato onde entrincheiravam-se para treinar.
"Um estranho jogo de corpo dos escravos desferindo coices e marradas, como se fossem verdadeiros animais indomáveis". São algumas das citações de capitães-do-mato e comandantes de expedições descritas nos poucos alfarrábios que restaram. Rui Barbosa mandou queimar tudo relacionado à escravidão.
"Um estranho jogo de corpo dos escravos desferindo coices e marradas, como se fossem verdadeiros animais indomáveis". São algumas das citações de capitães-do-mato e comandantes de expedições descritas nos poucos alfarrábios que restaram. Rui Barbosa mandou queimar tudo relacionado à escravidão.
Brasil Império - Em 1851 a lei de n.º 630 inclui a ginástica nos currículos escolares. Embora Rui Barbosa não quisesse que o povo soubesse da história dos negros, preconizava a obrigatoriedade da Educação Física nas escolas primárias de secundárias praticada quatro vezes por semana durante 30 minutos.
Brasil República - Essa foi uma época onde começou a profissionalização da Educação Física.
Brasil República - Essa foi uma época onde começou a profissionalização da Educação Física.
As políticas públicas - Até os anos 60 o processo ficou limitado ao desenvolvimento das estruturas organizacionais e administrativas específicas tais como: Divisão de Educação Física e o Conselho Nacional de Desportos.
Os anos 70, marcado pela ditadura militar, a Educação Física era usada, não para fins educativos, mas de propaganda do governo sendo todos os ramos e níveis de ensino voltado para os esportes de alto rendimento.
Nos anos 80 a Educação Física vive uma crise existencial à procura de propósitos voltados à sociedade. No esporte de alto rendimento a mudança nas estruturas de poder e os incentivos fiscais deram origem aos patrocínios e empresas podendo contratar atletas funcionários fazendo surgir uma boa geração de campeões das equipes Atlântica Boa Vista, Bradesco, Pirelli entre outras.
Nos anos 90 o esporte passa a ser visto como meio de promoção à saúde acessível a todos manifestada de três formas: esporte educação, esporte participação e esporte performance.
A Educação Física finalmente regulamentada é de fato e de direito uma profissão a qual compete mediar e conduzir todo o processo.
A Educação Física finalmente regulamentada é de fato e de direito uma profissão a qual compete mediar e conduzir todo o processo.
Os passos da profissão:
1946 - Fundada a Federação Brasileira de Professores de Educação Física.
1950 a 1979 - Andou meio esquecida com poucos e infrutíferos movimentos.
1984 - Apresentado 1º projeto de lei visando à regulamentação da profissão.
1998 - Finalmente a 1º de setembro assinada a lei 9696 regulamentando a profissão com todos os avanços sociais fruto de muitas discussões de base e segmentos interessados.
1950 a 1979 - Andou meio esquecida com poucos e infrutíferos movimentos.
1984 - Apresentado 1º projeto de lei visando à regulamentação da profissão.
1998 - Finalmente a 1º de setembro assinada a lei 9696 regulamentando a profissão com todos os avanços sociais fruto de muitas discussões de base e segmentos interessados.
Literatura Consultada pelo autor do texto:
1) Costa, Marcelo Gomes - Ginástica localizada. Ed. Sprint, 2ª edição, R.J.1998.
2) Silva N.Pithan Atletismo Ed. Cia Brasil editora 2ª Ed. São Paulo
3) Steinhilber, Jorge. Profissional de Educação Física Existe? Ed. Sprint, Rio de Janeiro R.J. 1996.
2) Silva N.Pithan Atletismo Ed. Cia Brasil editora 2ª Ed. São Paulo
3) Steinhilber, Jorge. Profissional de Educação Física Existe? Ed. Sprint, Rio de Janeiro R.J. 1996.
Texto de: Luiz Carlos de Moraes CREF/1 - RJ 003529.
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA - Parte 2.
História da Educação Física
Autor: Prof.Luiz Carlos de Moraes
Autor: Prof.Luiz Carlos de Moraes
(Do Iluminismo até a Calistenia)
ILUMINISMO - O movimento contra o abuso do poder no campo social chamado de iluminismo surgido na Inglaterra no século XVII deu origem a novas idéias. Como destaque dessa época os alfarrábios apontam: Jean-Jaques Rousseau (1712-1778) e Johann Pestalozzi (1746-1827).
Rousseau propôs a Educação Física como necessária à educação infantil. Segunde ele, pensar dependia extrair energia do corpo em movimento.
Pestalozzi foi precursor da escola primária popular e sua atenção estava focada na execução correta dos exercícios.
IDADE CONTEMPORÂNEA - A influência na nossa ginástica localizada começa a se desenvolver na Idade Contemporânea e quatro grandes escolas foram as responsáveis por isso: a alemã, a nórdica, a francesa, e a inglesa.
A alemã, influenciada por Rousseau e Pestalozzi, teve como destaque Johann Cristoph Friederick Guts Muths (1759-1839) considerado pai da ginástica pedagógica moderna.
A derrota dos alemães para Napoleão deu origem a outra ginástica. A turnkunst, criada por Friederick Ludwig Jahn (1788-1825) cujo fundamento era a força. "Vive Quem é Forte", era seu lema e nada tinha a ver com a escola. Foi ele quem inventou a barra fixa, as barras paralelas e o cavalo, dando origem à Ginástica Olímpica.
A escola voltou a ter seu defensor com Adolph Spiess (1810-1858) introduzindo definitivamente a Educação Física nas escolas alemãs, sendo inclusive um dos primeiros defensores da ginástica feminina.
A escola nórdica escreve a sua história através de Nachtegall (1777-1847) que fundou seu próprio instituto de ginástica (1799) e o Instituto Civil de Ginástica para formação de professores de Educação Física (1808).
Por mais que um profissional de Educação Física seja desligado da história, pelo menos algum dia já ouviu falar em ginástica sueca, um grande trampolim para o que se conhece hoje. Per Henrik Ling (1766-1839) foi o responsável por isso levando para a Suécia as idéias de Guts Muths após contato com o instituto de Nachtegall. Ling dividiu sua ginástica em quatro partes: a pedagógica - voltada para a saúde evitando vícios posturais e doenças, a militar - incluindo o tiro e a esgrima, a médica - baseada na pedagógica evitando também as doenças e a estética - preocupada com a graça do corpo.
Alguns fundamentos ideológicos de Ling valem até hoje tais como o desenvolvimento harmônico e racional, a progressão pedagógica da ginástica e o estado de alegria que deve imperar uma aula. Claro, isso depende do austral e o carisma do profissional.
Um do seguidores de Ling, o major Josef G. Thulin introduz novamente o ritmo musical à ginástica e cria os testes individuais e coletivos para verificação da performance.
A escola Francesa teve como elemento principal o espanhol naturalizado Francisco Amoros Y Ondeano (1770-1848).
Inspirado em Rabelais, Guts, Jahn e pestalozzi, dividiu sua ginástica em: Civil e Industrial, Militar, Médica e Cênica. Outro nome francês importante foi G. Dêmey (1850-1917). Organizou congresso, cursos (inclusive o Superior de Educação Física), regiu o Manual do Exército e também era adepto à ginástica lenta, gradual, progressiva, pedagógica, interessante e motivadora.
O método natural foi defendido por Georges Herbert (1875-1957): correr, nadar, trepar, saltar, empurrar, puxar e etc.
A nossa Educação Física, a brasileira teve grande influência na Ginástica Calistenia criada em 1829 na França por Phoktion Heinrich Clias (1782-1854).
A escola inglesa baseava-se nos jogos e nos esportes, tendo como principal defensor Thomas Arnold (1795-1842) embora não fosse o criador. Essa escola também ainda teve a influência de Clias no treinamento militar.
A CALISTENIA - É por assim dizer, o verdadeiro marco do desenvolvimento da ginástica moderna com fundamentos específicos e abrangentes destinada à população mais necessitada: os obesos, as crianças, os sedentários, os idosos e também às mulheres.
Calistenia, segundo Marinho (1980) citado por Marcelo Costa, vem do grego Kallos (belo), Sthenos (força) e mais o sufixo "ia".
Com origem na ginástica sueca apresenta uma divisão de oito grupos de exercícios localizados associando música ao ritmo dos exercícios que são feitos à mão livre usando pequenos acessórios para fins corretivos, fisiológicos e pedagógicos.
Os responsáveis pela fixação da Calistenia foram o Dr. Dio Lewis e a (A. C. M.) Associação Cristã de Moços com proposta inicial de melhorar a forma física dos americanos que mais precisavam.
Por isso mesmo, deveria ser uma ginástica simples, fundamentada na ciência e cativante. Em função disso o Dr. Lewis era contra os métodos militares sob alegação que as mesmas desenvolviam somente a parte superior do corpo e os esportes atléticos não proporcionavam harmonia muscular.
Em 1860 a Calistenia foi introduzida nas escolas americanas.
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA - Parte 1.
História da Educação Física
Autor: Prof.Luiz Carlos de Moraes
Autor: Prof.Luiz Carlos de Moraes
(Da China até a Renascença)
CHINA - Como Educação Física as origens mais remotas da história falam de 3000 A. C. lá na China. Certo imperador guerreiro, Hoang Ti, pensando no progresso do seu povo pregava os exercícios físicos com finalidades higiênicas e terapêuticas além do caráter guerreiro.
ÍNDIA - No começo do primeiro milênio, os exercícios físicos eram tidos como uma doutrina por causa das "leis de Manu", uma espécie de código civil, político, social e religioso. Eram indispensáveis às necessidades militares além do caráter fisiológico. Buda atribuía aos exercícios o caminho da energia física, pureza dos sentimentos, bondade e conhecimento das ciências para a suprema felicidade do Nirvana, (no budismo, estado de ausência total de sofrimento).
O Yoga, tem suas origens na mesma época retratando os exercícios ginásticos no livro "Yajur Veda" que além de um aprofundamento da Medicina, ensinava manobras massoterápicas e técnicas de respirar.
O Yoga, tem suas origens na mesma época retratando os exercícios ginásticos no livro "Yajur Veda" que além de um aprofundamento da Medicina, ensinava manobras massoterápicas e técnicas de respirar.
JAPÃO - A história do desenvolvimento das civilizações sempre esbarra na importância dada à Educação Física, quase sempre ligados aos fundamentos médicos-higiênicos, fisiológicos, morais, religiosos e guerreiros. A civilização japonesa também tem sua história ligada ao mar devido à posição geográfica além das práticas guerreiras feudais: os samurais.
EGITO - Dentre os costumes egípcios estavam os exercícios Gímmicos revelados nas pinturas das paredes das tumbas.
A ginástica egípcia já valorizava o que se conhece hoje como qualidades física tais como: equilíbrio, força, flexibilidade e resistência. Já usavam, embora rudimentares, materiais de apoio tais como tronco de árvores, pesos e lanças.
A ginástica egípcia já valorizava o que se conhece hoje como qualidades física tais como: equilíbrio, força, flexibilidade e resistência. Já usavam, embora rudimentares, materiais de apoio tais como tronco de árvores, pesos e lanças.
GRÉCIA - Sem dúvida nenhuma a civilização que marcou e desenvolveu a Educação Física foi a grega através da sua cultura. Nomes como Sócrates, Platão, Aristóteles, e Hipócrates contribuíram e muito para a Educação Física e a Pedagogia atribuindo conceitos até hoje aceitos na ligação corpo e alma através das atividades corporais e da música. "Na música a simplicidade torna a alma sábia; na ginástica dá saúde ao corpo" Sócrates. É de Platão o conceito de equilíbrio entre corpo e espírito ou mente.
Os sistemas metodizados e em grupo, assim como os termos halteres, atleta, ginástica, pentatlo entre outros, são uma herança grega. As atividades sociais e físicas eram uma prática até a velhice lotando os estádios destinados a isso.
Os sistemas metodizados e em grupo, assim como os termos halteres, atleta, ginástica, pentatlo entre outros, são uma herança grega. As atividades sociais e físicas eram uma prática até a velhice lotando os estádios destinados a isso.
ROMA - A derrota militar da Grécia para Roma, não impediu a invasão cultural grega nos romanos que combatiam a nudez da ginástica. Sendo assim, a atividade física era destinada às práticas militares. A célebre frase "Mens Sana in Corpore Sano" de Juvenal vem desse período romano.
IDADE MÉDIA - A queda do império romano também foi muito negativo para a Educação Física, principalmente com a ascensão do cristianismo que perdurou por toda a Idade Média. O culto ao corpo era um verdadeiro pecado sendo também chamado por alguns autores, de "Idade das Trevas".
A RENASCENÇA - Como o homem sempre teve interesse no seu próprio corpo, o período da Renascença fez explodir novamente a cultura física, as artes, a música, a ciência e a literatura. A beleza do corpo, antes pecaminosa, é novamente explorada surgindo grandes artistas como Leonardo da Vinci (1452-1519), responsável pela criação utilizada até hoje das regras proporcionais do corpo humano.
Consta desse período o estudo da anatomia e a escultura de estátuas famosas como, por exemplo, a de Davi, esculpida por Michelângelo Buonarroti (1475 - 1564). Considerada tão perfeita que os músculos parecem ter movimentos. A dissecação de cadáveres humanos deu origem à Anatomia como a obra clássica "De Humani Corporis Fábrica" de Andrea Vesalius (1514-1564).
A volta de Educação Física escolar se deve também nesse período a Vitorio de Feltre (1378-1466) que em 1423 fundou a escola "La Casa Giocosa" onde o conteúdo programático incluía os exercícios físicos.
Consta desse período o estudo da anatomia e a escultura de estátuas famosas como, por exemplo, a de Davi, esculpida por Michelângelo Buonarroti (1475 - 1564). Considerada tão perfeita que os músculos parecem ter movimentos. A dissecação de cadáveres humanos deu origem à Anatomia como a obra clássica "De Humani Corporis Fábrica" de Andrea Vesalius (1514-1564).
A volta de Educação Física escolar se deve também nesse período a Vitorio de Feltre (1378-1466) que em 1423 fundou a escola "La Casa Giocosa" onde o conteúdo programático incluía os exercícios físicos.
25 de ago. de 2012
VALÊNCIAS FÍSICAS
O treinamento funcional, que é aplicado atualmente como uma metodologia de desenvolvimento do condicionamento físico, visa melhorar a funcionalidade do corpo através do aperfeiçoamento das valências físicas.
Valências físicas, também chamadas de qualidades físicas, capacidades motoras, capacidades físicas entre outras denominações, são aptidões potenciais físicas de uma pessoa, definindo os pressupostos dos movimentos desde os mais simples aos mais complexos. Conceituadas como todo atributo físico treinável num organismo humano. Em outras palavras, são todas as qualidades físicas motoras passíveis de treinamento, comumente classificadas em diversos tipos: força, resistência, velocidade, agilidade, coordenação, flexibilidade, mobilidade e equilíbrio.
As valências físicas são determinadas geneticamente, todos os seres humanos nascem aptos a desenvolver estas capacidades (por isso aptidões em potencial), algumas com maior potencial que outras para os limites desse desenvolvimento.
Portanto, todos nascem com uma capacidade de gerar força, resistência, por exemplo. Mas as habilidades motoras são movimentos aprendidos que dependem do treinamento, ninguém nasce sabendo jogar vôlei ou basquete.São divididas em dois grupos:
· Capacidades condicionais· Capacidades coordenativas
As capacidades físicas condicionais são a força, flexibilidade, velocidade e resistência e têm aspectos fisiológicos fundamentalmente dentro do metabolismo energético, determinadas pelos processos que conduzem à obtenção e transformação de energia.
Capacidades coordenativas são capacidades determinadas, essencialmente, por componentes onde predominam os processos de condução nervosa, isto é, elas possuem a capacidade de organizar e regular o movimento, constituindo-se, portanto, na base para o aprendizado, execução e domínio dos gestos técnicos.
Aquilo que se denomina técnica no esporte apóia-se e é determinado, preponderantemente, pelas capacidades coordenativas. Estas podem ser classificadas de diversas formas, mas para facilitar nosso entendimento vamos nos prender nas mais conhecidas que são as capacidades de equilíbrio, ritmo e coordenação motora.
Onde são usadas as capacidades físicas?
Os movimentos que estamos acostumados a ver os atletas realizarem em espetáculos esportivos, sempre envolvem uma combinação de capacidades físicas condicionais e coordenativas, e ao mesmo tempo são realizados em forma de uma técnica que é a habilidade motora.
E você usa as capacidades diariamente em tudo o que faz, precisa de coordenação para dançar, de resistência para caminhar, força para deslocar um objeto.
A diferença de fazer exercícios funcionais para um treino de musculação, é que no primeiro caso, se trabalha com todas as valências deixando-o aperfeiçoado para suas atividades do dia a dia. Já no segundo, é menos comum o uso de todas essas capacidades, quando o foco geralmente é a o aumento da força.
Fonte: http://treinamento-funcional.blogspot.com.br/2011/08/valencias-fisicas.html
Valências físicas, também chamadas de qualidades físicas, capacidades motoras, capacidades físicas entre outras denominações, são aptidões potenciais físicas de uma pessoa, definindo os pressupostos dos movimentos desde os mais simples aos mais complexos. Conceituadas como todo atributo físico treinável num organismo humano. Em outras palavras, são todas as qualidades físicas motoras passíveis de treinamento, comumente classificadas em diversos tipos: força, resistência, velocidade, agilidade, coordenação, flexibilidade, mobilidade e equilíbrio.
As valências físicas são determinadas geneticamente, todos os seres humanos nascem aptos a desenvolver estas capacidades (por isso aptidões em potencial), algumas com maior potencial que outras para os limites desse desenvolvimento.
Portanto, todos nascem com uma capacidade de gerar força, resistência, por exemplo. Mas as habilidades motoras são movimentos aprendidos que dependem do treinamento, ninguém nasce sabendo jogar vôlei ou basquete.São divididas em dois grupos:
· Capacidades condicionais· Capacidades coordenativas
As capacidades físicas condicionais são a força, flexibilidade, velocidade e resistência e têm aspectos fisiológicos fundamentalmente dentro do metabolismo energético, determinadas pelos processos que conduzem à obtenção e transformação de energia.
Capacidades coordenativas são capacidades determinadas, essencialmente, por componentes onde predominam os processos de condução nervosa, isto é, elas possuem a capacidade de organizar e regular o movimento, constituindo-se, portanto, na base para o aprendizado, execução e domínio dos gestos técnicos.
Aquilo que se denomina técnica no esporte apóia-se e é determinado, preponderantemente, pelas capacidades coordenativas. Estas podem ser classificadas de diversas formas, mas para facilitar nosso entendimento vamos nos prender nas mais conhecidas que são as capacidades de equilíbrio, ritmo e coordenação motora.
E você usa as capacidades diariamente em tudo o que faz, precisa de coordenação para dançar, de resistência para caminhar, força para deslocar um objeto.
A diferença de fazer exercícios funcionais para um treino de musculação, é que no primeiro caso, se trabalha com todas as valências deixando-o aperfeiçoado para suas atividades do dia a dia. Já no segundo, é menos comum o uso de todas essas capacidades, quando o foco geralmente é a o aumento da força.
Fonte: http://treinamento-funcional.blogspot.com.br/2011/08/valencias-fisicas.html
Qualidades físicas, entenda o que são
Qualidades físicas ou capacidades físicas são consideradas todos os atributos físicos que podem ser treinados em um organismo humano. Segundo o professor Edson Nascimento, professor do município de Hortolândia, "são todas as qualidades físicas motoras passíveis de treinamento comumente classificadas em diversos tipos: Resistência, Força, Velocidade, Agilidade, Equilíbrio, Flexibilidade e Coordenação motora (destreza)".
Também há a divisão das qualidades físicas entre qualidades primárias e centrais. As primárias dependem basicamente do sistema musculoesquelético. Possuem um componente genético, como a velocidade (de reação, deslocamento e dos membros), força (dinâmica, estática e explosiva), resistência (aeróbica, anaeróbica ou muscular localizada), flexibilidade e agilidade.
Entre as qualidades físicas centrais estão a coordenação motora, o ritmo, a descontração, que
é a qualidade física compreendida como um fenômeno neuromuscular resultante de uma redução de tensão na musculatura esquelética e o equilíbrio, que pode ser dinâmico, estático ou recuperado.
É possível encontrar outras classificações e também um aprofundamento maior sobre cada um dos temas, mas é interessante entender o que essas qualidades físicas representam e como devem ser encaradas.
(Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação).
Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/educacao-fisica/artigos/12049/qualidades-fisicas-entenda-o-que-sao
13 de ago. de 2012
TÁTICA DO HANDEBOL
TÁTICA DO HANDEBOL
É a distribuição dos jogadores na quadra de jogo, em determinadas posições específicas, de maior rendimento do jogador, podendo assumir os seguintes posicionamentos táticos:

ARMADORES (CENTRAL, DIREITO E ESQUERDO)
São os jogadores que ocupam a posição central da zona de ataque, colocados próximos aos nove metros.

ALA OU PONTA (DIREITA OU ESQUERDA)
São jogadores que ocupam as laterais e linha de fundo da quadra.

PIVÔS
São os jogadores que ocupam a zona central ou lateral (entre os dois últimos defensores) da quadra, próximo à linha de seis metros.
ATAQUE
FASES DO ATAQUE
A - CONTRA ATAQUE É a passagem rápida da defesa para o ataque, com o envolvimento de um ou mais jogadores, para obter a marcação de um gol. É a ação de passar rapidamente da defesa para o ataque.
B - ORGANIZAÇÃO Após o contra ataque frustrado (em função da defesa conseguir organizar-se), a equipe deverá passar a bola ou driblar (reter a bola) até a ocupação, pelos atacantes, de suas posições específicas predeterminada. C - ATAQUE EM SISTEMA Cada atacante deverá colocar-se em sua posição específica com base na qualidade e característica individual, e de acordo com a proposta de jogo ofensivo que será aplicada no momento.
SISTEMAS DE ATAQUE
A forma como os jogadores se organizam na quadra podem variar de acordo com a tática da equipe, o principal sistema de ataque é o 5 X 1.
DEFESA
FASES DA DEFESA
A - RETORNO - Após a equipe perder a posse da bola no ataque, os jogadores deverão retornar para a defesa o mais rápido possível, e pelo caminho mais curto (linha reta). A corrida deverá ser de frente até o centro da quadra, e de costas após ultrapassar o centro até a linha dos seis metros (para observar um possível lançamento do contra-ataque). Após perder a posse da bola, os atacantes não devem ficar se lamentando do erro e sim, retornar para evitar surpresa.
B - DEFESA TEMPORÁRIA - é o prolongamento da situação anterior. O defensor deverá, em razão do retorno ter sido em linha reta, às vezes atuar fora de sua posição ideal ou de maior rendimento, estabelecida no inicio do jogo.
C - ORGANIZAÇÃO DA DEFESA - Os defensores que ao retornar estão atuando em defesa temporária, após todos estarem posicionados e, surgindo uma oportunidade, deverão retornar para sua posição ideal.
D - DEFESA EM SISTEMAS - Aplicação da proposta de jogo estabelecido no momento, de acordo com o ataque adversário.
SISTEMA DE DEFESA
O sistema de defesa no handebol tem os objetos de:Dar sentido de responsabilidade coletiva; Possibilitar a ajuda a um companheiro (cobertura e ajuda recíproca ); Reduzir as possibilidades dos arremessos a gol; e, Dificultar a movimentação dos adversários na linha de seis metros.
Um dos sistemas de defesa mais usados é o 6 X 0.
O GOLEIRO NO HANDEBOL
Ainda temos o Goleiro, que no handebol, é de primordial importância não só na defesa mais também no ataque, pois quase sempre é por ele que inicia-se a jogada.
2 de jun. de 2012
A IMPORTÂNCIA DA REVISTA JOGOS COOPERATIVOS
PARA AS ESCOLAS
PARA AS ESCOLAS
REVISTA@JOGOSCOOPERATIVOS.COM.BR
Benefício para os Educadores:
“... o professor expositor é um transmissor de informações e o professor que trabalha com jogos, transforma as informações em conhecimento, sendo um “personal trainer” de inteligências, habilidades e competências...”
Celso Antunes
Celso Antunes
Falar hoje em educação é muito mais que instrumentalizar o educando. Hoje educar encontra-se em um novo patamar, cujo âmago é o desenvolvimento e a realização integral da pessoa e do cidadão. Este conceito sustenta-se em quatro pilares, todos eles, sintomaticamente, baseados mais no aprendiz do que no educador ou no sistema de educação, os quais se referem aos eixos fundamentais para o desenvolvimento da pessoa que em tempos modernos exigem: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos/aprender a viver com os outros, aprender a ser. Para isso o educador precisa estar capacitado e cuidando de seu próprio desenvolvimento.
Neste sentido a Revista Jogos Cooperativos traz teoria e prática da Cultura da Cooperação em um único veículo, proporcionando ao educador ampliar seus conhecimentos e reflexões acerca dos modelos existentes e de novas possibilidades mais vantajosas para todos. Como diz Celso Antunes: “O professor é o único no mundo que tem a argila com a qual se moldará o amanhã!” e por isso precisa refletir sobre as ferramentas e crenças que balizam suas ações, verificando melhores caminhos no processo do “educar”. A Revista Jogos Cooperativos, é um importante instrumento de educação informal, que traz em seu conteúdo ferramentas, técnicas, e experiências para ajudar o educador, seja ele de matemática, ciências, história, português, educação física, enfim qualquer disciplina, a exercitar uma nova abordagem em suas aulas, permeando-as com Valores Positivos, inclusão e a Cultura da Paz.
Benefício para os Educandos:
Atualmente a escola, muitas vezes sem perceber, tem reforçado a competição, o ser o melhor, o foco no resultado e não no processo e na qualidade, a derrota do oponente ao invés da melhora da performance. Assim, reforçam nas crianças e jovens, atitudes e posturas competitivas, as quais eles vão reproduzir durante toda a vida, através de rivalidade, exploração impiedosa de seus semelhantes, pouca ou nenhuma solidariedade, exclusão, violência, destruição ambiental, etc...e quando educarem seus filhos são esses os valores que vão transmitir.
O aprendizado através da vivência e do jogo, é muito mais efetivo e duradouro, pois as crianças passam a participar ativamente do processo da construção do conhecimento.
Quando a competição está presente no processo de aprendizagem, percebe-se a diminuição da auto-estima e o aumento do medo de falhar, reduzindo a expressão de capacidades e o desenvolvimento da criança. A competição promove a comparação entre as pessoas e acaba por favorecer a exclusão baseada em poucos critérios. Um ambiente competitivo aumenta a tensão e a frustração e pode desencadear comportamentos agressivos.
Quando as Vivências e os Jogos utilizados são Cooperativos, o processo de aprendizagem é potencializado, pois não existindo o temor da exclusão, corpo e mente, ficam livres da tensão gerada pela competição, dedicando-se integralmente ao processo criativo e a participação ativa no aprendizado.
Com relação ao desempenho acadêmico, uma série de estudos demonstra que crianças de várias classes sócio-econômicas têm maior sucesso em áreas como matemática, desenvolvimento vocacional e leitura quando estão trabalhando juntos com seus colegas sob uma estrutura de objetivos cooperativos em vez de individualistas ou competitivos.
A conseqüência desta participação apresenta seus reflexos na significativa queda do índice de violência entre os educandos e na relação educando-educador.
Outros indicadores tem sido utilizados, como redução da evasão escolar, absenteísmo e melhora do aprendizado e do rendimento escolar. A UNESCO e o Ministério da Educação tem reconhecido o esforço das escolas dedicadas a disseminação da Cultura da Paz, através do programa “Escolas inovadoras: experiências bem sucedidas em escolas públicas”.
Os Jogos Cooperativos, ao promoverem um tipo de relação com o outro baseado não na competição, mas antes na capacidade de Cooperar, poderão constituir um valioso instrumento na formação do cidadão. Em lugar de um modelo de atuação em que o indivíduo está em competição com o mundo, os Jogos Cooperativos ajudam a desenvolver uma relação com o exterior, baseada no respeito e no agir com o outro em prol de um objetivo coletivo.
Benefício para a Comunidade:
A ONU estima que até 2030 o número de favelados no mundo irá dobrar. Isto quer dizer hoje, um sexto da população do mundo, ou seja, um bilhão de pessoas já vivem em favelas. Daqui a vinte e seis anos, serão cerca de dois bilhões e meio de marginalizados e excluídos. Expressando em números temos: 2.500.000.000 de pessoas.
Será que nossos filhos terão uma boa vida neste cenário?
O que vem gerando este volume de pessoas a margem da sociedade, é o processo de exclusão resultante da acumulação de capital, fruto da lógica do jogo Competitivo, que tem o Ganha-Perde como matriz de operação. Isto quer dizer que neste processo, para que um lado ganhe, o outro precisa necessariamente perder.
Temos ensinado nossas crianças a reproduzirem este modelo quando chegarem a fase adulta, através de jogos infantis e atividades que geram poucos vencedores e muitos vencidos; e quando elas não querem mais jogar, dizemos que precisam “aprender a perder”.
Mas a quem serve aprender a perder? Aos vencedores ou aos vencidos?
Naturalmente aos vencedores.
Segundo relatório da PEA e PNPU, a apropriação de renda no Brasil pelos 10% mais ricos chega a 48% do total de riquezas do país.
Do um bilhão de favelados do mundo, 14% estão na América latina, ou seja, 140 milhões de pessoas, e o Brasil lidera este jogo da miséria, pois a maior parte deles também são brasileiros.
A Pedagogia da Cooperação e os Jogos Cooperativos trazem uma nova forma das pessoas se posicionarem no mundo: lado a lado, buscando juntas soluções para problemas comuns; jogando juntas para superarem desafios que beneficiem ambos os lados.
A Revista Jogos Cooperativos é uma iniciativa, dirigida a pessoas que acreditam que é possível sim transformar o mundo a partir de conceitos simples; que é possível sim, sensibilizar um significativo contingente de pessoas para a Cultura da Paz, para que possamos deixar para nossos filhos e netos um país e um mundo um pouco melhor do que encontramos.
Dados de pesquisas comportamentais demonstram que quando uma pessoa muda seu comportamento, cinco pessoas a sua volta também mudam. Isto quer dizer que 30 mil podem influenciar positivamente 150 mil pessoas e assim por diante.
queremos sonhar com um país mais justo;
- queremos sonhar com menos fome;
- queremos sonhar com a Cooperação fazendo parte da forma de pensar de nossas crianças;
- queremos sonhar com a resolução de conflitos através do diálogo;
- queremos sonhar com passeios nas frescas noites da primavera por ruas seguras;
Temos muito porque e para que sonhar.
Mais do que sonhar, sabemos que juntos podemos fazer esta diferença e esta transformação.
REVISTA@JOGOSCOOPERATIVOS.COM.BR
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