15 de nov. de 2011

Capacidades Físicas

Capacidades Físicas são definidas como todo atributo físico treinável num organismo humano. Em outras palavras, são todas as qualidades físicas motoras passíveis de treinamento comumente classificadas em diversos tipos: Resistência, Força, Velocidade, Agilidade, Equilíbrio, Flexibilidade e Coordenação motora (destreza).


Força: É a capacidade física que permite deslocar um objeto, o corpo de um parceiro ou o próprio corpo através da contração dos músculos.

Velocidade: É a capacidade física que permite realizar movimentos no menor tempo possível ou reagir rapidamente a um sinal.




Agilidade: É a qualidade física que permite mudar a direção do corpo no menor tempo possível. Conhecida como velocidade de “troca de direção”. Para a agilidade, a flexibilidade é importante.




Equilíbrio: É a qualidade física conseguida por uma combinação de ações musculares com o propósito de assumir e sustentar o corpo sobre uma base, contra a lei da gravidade. Pode ser de 3 tipos: dinâmico, estático e recuperado.



 Coordenação Motora (destreza): É a capacidade física que permite realizar uma sequência de exercícios de forma coordenada.




Flexibilidade: É a capacidade física que permite executar movimentos com grande amplitude.








Resistência: É a capacidade física que permite efetuar um esforço durante um tempo considerável, suportando a fadiga dele resultante e recuperando com alguma rapidez.



 

7 de nov. de 2011

FOLCLORE


A Procissão do Fogaréu é um exemplo de manifestação cultural da Cidade de Goiás (antiga capital do Estado de Goiás)
A Procissão do Fogaréu é um exemplo de manifestação cultural da Cidade de Goiás (antiga capital do Estado de Goiás)

 
Folclore significa sabedoria popular.
A palavra folclore vem da expressão inglesa folk-lore, que significa "saber do povo". O escritor e colecionador de antiguidades, William John Thoms, criou essa denominação, no século XIX, para identificar e interpretar os costumes e saberes do povo.
As manifestações folclóricas são, na verdade, a forma de pensar, de agir e de sentir de um determinado povo. Essas formas de manifestação cultural são geralmente transmitidas oralmente e através do ato de representar. Com toda sua simplicidade, o folclore apresenta características de todas as regiões de uma Nação. O folclore, como cultura popular, torna-se de fundamental importância, pois somos formados por meio de expressões culturais, costumes e tradições.
Através das diversas manifestações culturais do folclore, pode-se conhecer a cultura e a tradição de povos antigos e compreender a ressignificação dessa cultura antiga, presente nos dias de hoje. As crenças, mitos, lendas, festas, superstições e artes são a essência de um povo. Na história da humanidade, as pessoas, em todas as culturas, buscaram e buscam explicações sobrenaturais para as coisas que não entendem.
Assim, os mitos, as crenças e as lendas se fazem presentes no nosso cotidiano, mesmo que inconscientemente, na medicina popular, na religião, nos ditados populares, nas simpatias e nas estórias que sempre apresentam um cunho moral no final. Essas manifestações são de autoria desconhecida e passadas através dos tempos, ou seja, de geração em geração. O saber de um povo não é encontrado nos ambientes escolares, pois esse conhecimento pode ser produzido por qualquer pessoa.

Por Lilian Aguiar/ Graduada em História/Site: Brasil Escola.

Para  mais informações acesse:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Folclore  ou Click no URL abaixo para baixar o arquivo em PDF:

www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/pdf/temasdiversos-oqueefolclore.pdf Similares


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26 de out. de 2011

A verdadeira amizade


 
  "Amizade..."
 
"Qualquer hora dessas, o sol vai deixar de brilhar...
Mas isso não importa, a lua brilhará dia e noite...
Qualquer dia desses, as estrelas vão cair...
Mas ninguém precisa ter medo, o oceano as receberá em suas águas...
Algumas coisas costumam acontecer na hora errada, outras coisas acontecem na hora exata.
A sublimidade do ser humano, é capaz de tornar as coisas perfeitas...
A paz interior de cada um e o desejo de busca, influenciam o encontro...
Mesmo que o encontro seja virtual, ou imaginário. (Seria a mesma coisa?)
Sei que pode se tornar real, por causa da sublimidade e da paz interior, e da busca de felicidade que cada ser tem dentro de si.
Busco sem medo...
Encontro com medo...
Sinto, com desejo...
Às vezes correr o risco de não encontrar, é melhor do que nem tentar procurar.
Busquei e te encontrei!
Ou foi você que me encontrou???
Bom, o que importa é que o destino é amigo dos homens, e os homens são amigos entre si...
Mesmo que o destino se torne nosso inimigo, nós jamais poderemos fazer o mesmo, devemos continuar nos amando...
Os amigos se amam. Os verdadeiros...
As estrelas nem vão mais cair, nem o céu deixará de ter o brilho do sol, nem as coisas erradas irão acontecer.
Por que o amor e a amizade são maiores, e dominam o coração e o espaço.
A busca foi verdadeira e o verdadeiro sentido dessa busca..."


(Autor: Desconhecido)

14 de out. de 2011

Você sabe como surgiu o Dia do Professor?
O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.

Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
  
Albânia - 7 de março.

Na Albânia, o Dia do Professor é um feriado não oficial em 7 de março, um dia antes do Dia das Mães (8 de março).

Tailândia - 16 de Janeiro

yeni nesil sizin eseriniz olacaktır." - M. Kemal Atatürk)

Turquia - 24 novembro.

O Dia do Professor (em turco: Öğretmenler Günü) é comemorado em 24 de novembro na Turquia. O dia 24 de novembro foi dedicado aos professores por Kemal Atatürk. Atatürk achou e declarou que aquela nova geração seria criada por professores. (turco: "Öğretmenler yeni nesil sizin eseriniz olacaktır." - M. Kemal Atatürk)

Índia - 5 de Setembro

5 de setembro é o Dia do Professor na Índia. É o dia de nascimento do ex-presidente e professor indiano Dr. Sarvapalli Radhakrishnan. Quando o Dr. Radhakrishnan tornou-se o presidente da Índia em 1962, alguns de seus alunos e amigos se aproximaram dele e lhe pediram para permitir que eles comemorassem seu aniversário no dia 5 de setembro. Em resposta, o Dr. Radhakrishnan disse, "Ao invés de comemorar o meu aniversário separadamente, eu ficaria mais orgulhoso se o dia 5 de setembro fosse marcado como o Dia do Professor."
Ele não é um feriado na Índia. É considerado um "dia comemorativo", onde professores e estudantes vão para as escolas como de costume, mas as atividades habituais e de classe são substituídas por atividades de celebração, agradecimentos e recordações. Em algumas escolas neste dia, a responsabilidade de ensinar é deixada por conta dos alunos das séries mais avançadas como uma avaliação por seus professores.
Tradicionalmente, as pessoas na Índia têm tido grande respeito e estima pelos professores. Um antigo ditado indiano (geralmente ensinado para as crianças), coloca o professor em terceiro lugar: "Maata, Pitha, Guru, Daivam", significando a mãe, o pai e o professor é Deus. Há um outro ditado na forma de uma parelha de versos (doha), que diz, "Guru Govind doou khare kake lagon paai? Balihari guru aap ki Govind deeo batai," significando "Eu estou em dificuldade de saber quem saldar primeiro: o professor ou o Deus. Eu escolherei o professor porque ele é um instrumento da sabedoria de meu Deus". Ainda, um ponto central na escritura Hindu mostra "Guru Bramha, Guru Vishnu, Guru devo Maheshwaraha - Gurusakshath parabramha tasmai shree gurve namaha", que se traduz como "O professor é a santíssima trindade. O professor é a manifestação do próprio senhor".

China - 10 de Setembro

O Dia do Professor foi primeiramente instituído na Universidade Central Nacional em 1931. Foi adotado pelo governo central de Taiwan em 1932 e em 1939 o dia foi transferido para 28 de setembro, que é o dia do aniversário de Confúcio. Foi extinto pelo governo da República Popular da China em 1951 e restabelecido em 1985 sendo que o dia foi novamente mudado para 10 de setembro. Atualmente mais e mais pessoas estão fazendo esforços para retornar o Dia do Professor para o dia de nascimento de Confúcio.

México - 15 de Maio


República Tcheca

Na República Tcheca, o Dia do Professor (Den učitelů) é um feriado não oficial, comemorado em 28 de março, aniversário de Jan Ámos Komenský (Comenius). As crianças levam flores para seus professores. Representantes do governo utilizam este dia para demonstrar agradecimento a esta profissão e premiar os melhores professores.

Irã

O Dia do Professor no Irã é comemorado em 2 de maio (Ordi,behesht 12, no calendário iraniano).

América Latina

O Dia Internacional do Professor na América Latina é 11 de setembro, em comemoração ao dia da morte de Domingo Faustino Sarmiento, um político argentino e pedagogo respeitado. Esta data foi estabelecida na Conferência Interamericana sobre Educação de 1943, no Panamá.
Muitos países latino-americanos, porém, têm uma data separada para comemorar o Dia do Professor de acordo com acontecimentos de sua própria história. No Brasil, o Dia do Professor é 15 de outubro. No México, em setembro de 1917, o Congresso Federal decretou o dia 15 de maio como Dia do Professor (Día del Maestro). No Peru, o Dia do Professor é comemorado em 6 de julho.


Polônia: 14 de outubro.

Na Polônia o Dia do Professor (Dzień Nauczyciela), ou Dia da Educação Nacional (Dzień Edukacji Narodowej) é 14 de outubro. Nesse dia a Komisja Edukacji Narodowej (Comissão de Educação Nacional) foi criada em 1773.

Taiwan: 28 de setembro.

Na República da China (Taiwan) é comemorado em 28 de setembro. O dia presta homenagem às virtudes, às dificuldades dos professores e também as suas contribuições não apenas em relação aos seus próprios alunos, mas também para com toda a sociedade. As pessoas geralmente aproveitam o dia para expressar sua gratidão aos seus professores, tais como lhes fazendo uma visita ou enviando-lhes um cartão. Esta data foi escolhida por comemorar o nascimento de Confúcio, que se acredita ter sido o modelo de mestre e educador da antiga China.
Em 1939, o Ministério da Educação estabeleceu que o feriado nacional seria em 27 de agosto, atribuído ao dia de nascimento de Confúcio. Em 1952, o governo o mudou para setembro, alegando ser esta a data correta pelo Calendário gregoriano.
O festival comemorativo acontece nos templos de Confúcio espalhados por toda a ilha, conhecido como a "Grande Cerimônia Dedicada a Confúcio" (祭孔大典). A cerimônia acontece às seis horas da manhã com batida de tambores. 54 músicos vestindo roupões com cintos azuis, 36 (ou 64) dançarinos vestidos de amarelo com cintos verdes. Eles são conduzidos pelo chefe descendente de Confúcio (atualmente Kung Te-cheng) e acompanhado por oficiais do cerimonial. Três animais -- a vaca, a cabra, e o porco -- são sacrificados. A pelagem retirada desses animais sacrificados é chamada de Cabelos da Sabedoria.

Além disso, institutos locais de educação e órgãos civis oferecem prêmios a determinados professores por suas influências excelentes e positivas.

Argentina - 11 de Setembro


Chile - 16 de Outubro


Malásia:16 de maio.

16 de maio é o Dia do Professor (malaio: Hari Guru) na Malásia.

Uruguai - 22 de setembro

Cingapura

Em Cingapura, o Dia do Professor é um feriado oficial escolar, comemorado em 1 de setembro. As comemorações são geralmente realizadas no dia anterior, quando os estudantes têm metade do dia livre.

Rússia

Na Rússia o Dia do Professor é 5 de outubro. Antes de 1994, esse dia era comemorado no primeiro domingo de outubro.

Coréia do Sul: 15 de maio.

Na Coréia do Sul o Dia do Professor (스승의 날) é 15 de maio. Nesse dia, os professores são geralmente presenteados com cravos por seus alunos e ambos desfrutam de um dia escolar mais curto. Ex-estudantes prestam seus respeitos aos seus antigos professores visitando-os e oferecendo-lhes presentes. Atualmente muitas escolas por todo o país suspendem suas aulas para comemorarem esta data.

Paraguai - 30 de Abril


ESLOVÁQUIA: 28 de março.

Na Eslováquia, o Dia do Professor (Deň učiteľov) é um feriado não oficial, comemorado em 28 de março, aniversário de Jan Ámos Komenský (Comenius).
16 de janeiro foi adotado como o Dia do Professor na Tailândia por uma resolução do governo em 21 de novembro de 1956. O primeiro Dia do Professor aconteceu em 1957.

Estados Unidos da América

Nos Estados Unidos da América, o Dia do Professor é um feriado não oficial na terça-feira da primeira semana de maio.
A Associação de Educação Nacional (National Education Association) descreve o Dia Nacional do Professor como "um dia para homenagear os professores e reconhecer todas as contribuições duradouras que eles realizam em nossas vidas".
A Associação apresenta uma história do Dia Nacional do Professor: A origem do Dia do Professor não é precisa. Por volta de 1944 um professor de Arkansas Mattye Whyte Woodridge começou a se corresponder com líderes políticos e educacionais sobre a necessidade de se ter um dia nacional para homenagear os professores. Woodbridge escreveu para Eleanor Roosevelt que em 1953 convenceu o Congresso dos Estados Unidos a proclamar o Dia Nacional do Professor.
A Associação juntamente com seus estados afiliados Kansas e Indiana e Dodge City (Kansas) pressionaram o Congresso para criar um dia nacional para os professores. O Congresso declarou 7 de março de 1980, como o Dia Nacional do professor apenas para aquele ano.
A Associação de Educação Nacional e seus afiliados continuaram a comemorar o Dia do Professor na primeira terça-feira de março até 1985, quando a Associação Nacional de Pais e Professores estipulou a Semana de Avaliação do Professor na primeira semana de maio. A Assembléia Representativa da Associação de Educação Nacional então votou para que se fizesse na terça-feira daquela semana o Dia Nacional do Professor.
A partir de 7 de setembro de 1976, foi adotado o Dia do Professor em 11 de setembro no estado de Massachusetts.

Vietnã

No Vietnã, o Ngày nhà giáo Việt Nam (Dia do Educador Vietnamita) cai em 20 de novembro. Naquele dia, os estudantes têm o dia livre, mas se espera que eles visitem seus atuais e antigos professores em suas casas e lhes levem flores para demonstrar sua consideração.


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Fontes:
Site www.diadoprofessor.com.br
Site www.unigente.com
Dia do Professor em outros países:
Estados Unidos: National Teacher Day - na terça-feira da primeira semana completa de Maio.
World Teachers’ Day - UNESCO e diversos países - 5 de Outubro.

Mande um cartão para seu professor (em inglês):
http://www.dgreetings.com/teachersday/

9 de out. de 2011

Educação Física

                                                                           Segundo os (PCNs) a luta pode constituir a Educação Física nas escolas
Geralmente a Educação Física na escola é vista como uma disciplina complementar, como se ela fosse menos importante do que Matemática, História ou Língua Portuguesa. Será que é verdade? É preciso compreender que a Educação Física é uma disciplina obrigatória do currículo escolar e que apresenta características próprias, como veremos a seguir.
O termo Educação Física pressupõe a ideia de controle do corpo ou, ainda, de controle do físico. Educar, desde o século XVII, é uma ação que está intimamente relacionada à disciplina corporal: a separação proposta por Descartes, entre corpo e mente, torna-se base de todo o processo educacional ocidental. Fato bastante visível nas salas de aula: o corpo fica sentado e parado, sem “atrapalhar” o exercício de raciocínio e de aprendizado feito pela mente.
A princípio, a Educação Física, quando inserida no currículo escolar, era tida como um momento para a prática da ginástica, com a finalidade de deixar o corpo saudável. Após muitas reformas na própria ideia de Educação Física, atualmente ela é uma disciplina complexa que deve, ao mesmo tempo, trabalhar as suas próprias especificidades e se inter-relacionar com os outros componentes curriculares. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), documento oficial do Ministério da Educação, a Educação Física na escola deve ser constituída de três blocos:

Jogos, Ginásticas, Esportes e LutasAtividades rítmicas e expressivas
Conhecimentos sobre o corpo

Segundo o documento, essas três partes são relacionadas entre si e podem ou não ser trabalhadas em uma mesma aula.
O primeiro bloco, “jogos, ginásticas, esportes e lutas”, compreende atividades como ginástica artística, ginástica rítmica, voleibol, basquetebol, salto em altura, natação, capoeira e judô. O segundo bloco abrange atividades relacionadas à expressão corporal, como a dança, por exemplo. Já o terceiro bloco propõe ensinar ao aluno conceitos básicos sobre o próprio corpo, que se estendem desde a noção estrutural anatômica, até a reflexão sobre como as diferentes culturas lidam com esse instrumento.
Se analisarmos uma aula em que o professor trabalha apenas os quatro esportes coletivos (voleibol, basquetebol, futebol e handebol), sob a ótica de uma Educação Física que visa à reflexão do aluno sobre si e sobre a sociedade em que está inserido, logo perceberemos o quão pobre se torna a experiência sobre o corpo nessas aulas. Nesse sentido, é fundamental que a compreensão de si, de sua cultura e de outras culturas seja ampliada, a fim de efetivar a disciplina de Educação Física como um componente curricular educacional.
A Educação Física tem uma vantagem educacional que poucas disciplinas têm: o poder de adequação do conteúdo ao grupo social em que será trabalhada. Esse fato permite uma liberdade de trabalho, bem como uma liberdade de avaliação – do grupo e do indivíduo – por parte do professor, que pode ser bastante benéfica ao processo geral educacional do aluno.

Por Paula Rondinelli
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Mestre em Ciências da Motricidade pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Doutoranda em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo - USP

AVALIAÇÃO DO ALUNO


O aluno passa por um processo de avaliação constante durante o período escolar. Atualmente ainda existem educadores que consideram o momento da avaliação somente ao aplicar as tão antigas “provas”. O educador que está sempre em busca do crescimento profissional, sabe que na realidade é tudo bem diferente.

Você enquanto educador, já parou para pensar o que engloba a avaliação e o porquê de se avaliar um aluno?
Pois bem. Eis a questão a se refletir, educadores!


Em uma concepção pedagógica mais moderna, a educação é concebida como experiência de vivências múltiplas, agregando o desenvolvimento total do educando. A avaliação do processo de ensino e aprendizagem é contínua, cumulativa e sistemática na escola, com o objetivo de diagnosticar a situação de aprendizagem de cada aluno, em relação à programação curricular.

A avaliação não deve priorizar apenas o resultado ou o processo, mas a prática de investigação, mas deve também, questionar a relação ensino-aprendizagem e buscar identificar os conhecimentos construídos e as dificuldades de uma forma dialógica. Os erros são tidos como pistas que demonstram como o aluno está relacionando os conhecimentos que já possui com os novos conhecimentos que estão sendo adquiridos, admitindo uma melhor compreensão destes.

Ao avaliar um aluno, é possível verificar o que os alunos conhecem sobre um determinado conteúdo, orientando o professor de forma que possa planejar as atividades de acordo com as dificuldades dos alunos. Tal procedimento favorece o avanço de cada um deles durante o ano letivo.

A avaliação inicial é fundamental em qualquer disciplina e o ideal é que o professor coloque o aluno em contato direto com o conteúdo a ser ensinado, proporcionando a ele mobilizar e utilizar seus conhecimentos.
É papel também do professor, conhecer seus alunos evitando que venha ensinar o que elas já sabem ou até mesmo ensinar o que não são capazes de entender. Ou seja, é uma questão complexa que deve ser tratada com bastante cautela.

Considera-se que uma das melhores maneiras de se avaliar um aluno inicialmente, é propondo a ele uma situação – problema, no qual ele irá vivenciar o momento e buscar uma forma de resolver dentro dos limites de seus conhecimentos.
É fundamental que o educador tenha domínio da heterogeneidade de conhecimentos existentes em sua turma, pois através desta referência, poderá elaborar estratégias de ensino, bem como poder acompanhar a evolução coletiva e individual de suas turmas.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

O uniforme nas aulas de Educação Física

O uso do uniforme no ambiente escolar sempre foi motivo de debate: se por um lado ele inibe a competição pelo uso de roupas caras; por outro lado o sujeito é retirado de sua individualidade e apresentado como “mais um” entre muitos alunos. Sem sombra de dúvida, a discussão entre as particularidades do indivíduo e a generalidade do coletivo sempre perpassarão esse assunto.
O resultado dessa discussão nós já conhecemos na prática: todos nós usamos uniformes, quando no período escolar. É interessante abrir um parêntese, já que o uso do uniforme não é restrito ao universo educacional. Certos setores, principalmente o setor vinculado à área da saúde, também costumam se utilizar dos uniformes. Isso porque o uso transmite a impressão de organização e higiene, aspectos adequados aos serviços de saúde.
No que se refere ao setor educacional, o uniforme tem a função de apresentar a noção de equivalência entre os alunos: todos são iguais. É claro que o uso do uniforme sempre acaba ganhando um “toque” pessoal, o que acaba por apresentar uma característica individual perante a coletividade.

Ainda que a participação das aulas costumeiramente dadas em sala, com as crianças sentadas olhando para o quadro, permita o uso de acessórios, as aulas de Educação Física costumam ser mais rigorosas quanto ao uso de uniforme: bermudas, meias, tênis, camisetas, cabelos presos e sem uso de acessórios, como brincos, pulseiras ou colares. Essa exigência não é feita sem motivo: as aulas práticas necessitam de roupas confortáveis que permitam ao aluno a execução de movimentos.

Além disso, o uso de acessórios pode fazer com que o aluno se machuque durante a atividade, caso um brinco seja puxado, ou um colar enroscado.

Um outro motivo, menos técnico e mais cultural, é que o uso do uniforme permite que meninos e meninas se vistam de modo mais adequado nas aulas. Vivemos numa época em que a influência da mídia, em geral, ressalta demais a exposição corporal, de modo que os alunos internalizam esse processo como uma manifestação “natural”. A exposição excessiva do corpo nas aulas de Educação Física distrai a atenção da aula e causa o assédio por parte dos colegas de classe. Portanto, não há nenhum fundamento educacional na exposição do corpo, o que torna o uso de uniforme uma maneira bastante adequada de participação dos alunos nessa disciplina.

Por Paula Rondinelli
Colaboradora Brasil Escola


Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Mestre em Ciências da Motricidade pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Doutoranda em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo - USP

Links para baixar DCN, PCN e outros arquivos em PDF.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais, mais conhecidos como PCN, é uma coleção de documentos que compõem a grade curricular de uma instituição educativa.
Esse material foi elaborado a fim de servir como ponto de partida para o trabalho docente, norteando as atividades realizadas na sala de aula.
É claro que cada instituição deve montar o seu Projeto Político Pedagógico, sua proposta pedagógica, adaptando esses conteúdos à realidade social da localidade onde está inserida.

O documento é uma orientação quanto ao cotidiano escolar, os principais conteúdos que devem ser trabalhados, a fim de dar subsídios aos educadores, para que suas práticas pedagógicas sejam da melhor qualidade.
Em sua abordagem, os parâmetros curriculares nacionais definem que os currículos e conteúdos não podem ser trabalhados apenas como transmissão de conhecimentos, mas que as práticas docentes devem encaminhar os alunos rumo à aprendizagem.
A reflexão da prática docente deve ser feita através de reuniões com todo o grupo da escola, direção, coordenação, orientação, psicopedagoga, psicóloga, professores, dentre outros profissionais, ligados à rotina da instituição e de sala de aula.
Cabe a cada instituição se organizar nesse sentido, pois a escola que não promove momentos de reflexão da prática docente causa uma relação duvidosa entre docente, alunos e conteúdos a serem ministrados.

Muitas vezes os professores não conhecem a proposta pedagógica da instituição, pois os diretores mantêm a mesma sob sete chaves, para que ninguém copie seu conteúdo. Isso torna difícil a reflexão do professor sobre o seu próprio trabalho, pois o mesmo precisa conhecer que tipo de educação aquela instituição quer oferecer, que princípios devem trabalhar e quais os objetivos a serem conquistados.
A escola deve ter responsabilidade social, instituir situações didáticas fundamentais entre os temas a serem abordados e a prática docente, as formas pelas quais a aprendizagem acontecerá, através do desenvolvimento de habilidades de leitura, interpretação, estudo independente e pesquisa.

Os PCN estão divididos a fim de facilitar o trabalho da instituição, principalmente na elaboração do seu Projeto Político Pedagógico. São seis volumes que apresentam as áreas do conhecimento, como: língua portuguesa, matemática, ciências naturais, história, geografia, arte e educação física.
Outros três volumes trazem elementos que compõem os temas transversais. O primeiro deles explica e justifica o porquê de se trabalhar com temas transversais, além de trazer uma abordagem sobre ética. No segundo volume os assuntos abordados tratam de pluralidade cultural e orientação sexual; e o terceiro volume aborda meio ambiente e saúde.

O MEC (fazer os links) disponibiliza esse material a todos os professores, a fim de que os mesmos possam estudá-lo e conhecê-lo a fundo, auxiliando os professores em sua atividade profissional, além de perceber a responsabilidade social conferida ao ofício de professor.
Os PCN podem ser facilmente encontrados, estando divididos para o Ensino Fundamental 1, do 1º ao 5º ano, e o documento para o Ensino Fundamental 2, do 6º ao 9º ano.

Por Jussara de Barros, Graduada em Pedagogia.
Equipe Brasil Escola

Veja Mais!
Educação em Nove Anos
As principais mudanças que do ensino fundamental para nove ano


Links para baixar arquivos em PDF.

- http://www.forumeja.org.br/files/legisla%C3%A7%C3%A3o%202_0.pdf
- http://www4.uninove.br/ojs/index.php/eccos/article/viewFile/486/468
http://www.oei.es/quipu/brasil/pol_educ_infantil.pdf
- http://apeoespsub.org.br/especiais/ensino_fundamental_noveanos.pdf
- http://www.anped.org.br/reunioes/23/textos/0503t.PDF
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/prova%20brasil_matriz2.pdf
- http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro07.pdf
http://www.4shared.com/get/i8CNjzIj/PCNs_-_SIMULADO_-_DIVULGAO-10-.html
- http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro07.pdf

OBJETIVOS ESPECÍFICOS PARA PLANO DE AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Plano de Ensino - Orientações Diagnóstico


O Diagnóstico tem por fim determinar, através de métodos, os mais precisos possíveis, a natureza e as causas dos problemas educacionais. Deve levar em conta o homem ou o modelo de sociedade que desejamos e o campo educacional em que nos movemos. Diagnóstico é o confronto entre o ideal traçado e a prática existente. É uma leitura e um juízo de realidade, do mundo e da escola. Referências básicas para o diagnóstico escolar: Quanto maior a consistência entre a Problematização e as ações planejadas, melhor e mais útil será o diagnóstico. Se essa etapa for conduzida pelo grupo de maneira competente, estará preparado campo seguro para se traçar uma boa programação. Diagnosticar é detectar o caráter específico da realidade da escola e identificar as fontes dos problemas a serem superados. Isto significa que os indicadores sócio-econômicos-educacionais-culturais devem ser previamente conhecidos para que o planejamento educacional se baseie em uma análise, a mais precisa possível, do sistema educacional da escola. O diagnóstico tem o objetivo de reunir dados e informações suficientes à análise da qual resulta o estabelecimento de um plano de ação.



Objetivos Gerais



Correspondem os planos de longo e médio prazo;



Expressam propósitos mais amplos acerca do papel da escola e do ensino diante das exigências postas pela realidade social e diante do desenvolvimento da personalidade dos alunos;



Definem as grandes linhas, perspectivas da prática educativa da sociedade brasileira, que serão depois convertidas em objetivos específicos de cada disciplina, conforme os níveis escolares e a idade dos alunos.



Objetivos Específicos



Correspondem os planos de curto prazo;



Referem-se às ações concretas a realizar;



Sua redação deve ser feita no infinitivo;



Devem ser ativos, dinâmicos e breves;



É uma ação concreta que contém o que se pretende fazer e o para quê;



Determinam exigências e resultados esperados da atividade dos alunos, referentes a conhecimentos, atitudes, habilidades e convicções cuja aquisição e desenvolvimento ocorrem no processo de transmissão/assimilação e construção do conhecimento nas disciplinas em estudo.



Conteúdos são conhecimentos ou formas culturais que se considera essencial que sejam assimilados por estudantes a fim de alcançar seu desenvolvimento e socialização. São os conhecimentos sistematizados, selecionados das bases das ciências e dos modos de ação acumulados pela experiência social da humanidade e organizados para serem ensinados na escola; são habilidades e hábitos, vinculados aos conhecimentos, incluindo métodos e procedimentos de aprendizagem e de estudo; são atitudes e convicções, envolvendo modos de agir, de sentir e de enfrentar o mundo. Tais elementos dos conteúdos são interdependentes, um atuando sobre o outro; entretanto, os elementos unificadores são os conhecimentos sistematizados.



Quanto ao Conteúdo:



São os conhecimentos sistematizados que devem estar associados e articulados em nível crescente de complexidade de forma a garantir que, a partir de sucessivas aproximações, o aluno possa aprendê-lo e aplicá-lo.



Devem ser selecionados de forma que sirvam de mediadores para que os alunos compreendam a realidade.



Devem contemplar os conhecimentos, as atitudes e habilidades nos domínios cognitivos, afetivos e psicomotores. Os conteúdos conceituais visam a desenvolver as competências do educando nas suas relações com símbolos, expressões, idéias, imagens, representações e nexos, com os quais ele aprende e ressignifica o real. As competências do aluno materializam-se através do trato reflexivo de conteúdos específicos de ensino, em situações problematizadoras, desafiadoras para o grupo (situação didática planejada pelo professor). A elaboração de conceitos permite ao aluno vivenciar o conhecimento, elaborar generalizações, buscar regularidades ressignificando e relacionando a dimensão conceitual do conteúdo numa perspectiva científica, criativa, produtiva.



A dimensão procedimental do conteúdo envolve o processo ensino-aprendizagem, articulando três pólos distintos: a construção de uma lógica, uma pedagogia e uma área específica de conhecimento. Materializa-se numa perspectiva educacional dialógica, participativa, compartilhada, bem como no papel desempenhado pela escola no sentido de ampliar a capacidade reflexiva do aluno acerca da realidade complexa e contraditória, adotando um compromisso coletivo, interativo, integrativo, viabilizado com a construção coletiva do projeto político-pedagógico.



Os conteúdos procedimentais expressam um saber fazer que envolve tomar decisões e realizar uma série de ações, de forma ordenada e não aleatória, para atingir uma meta. Os mesmos sempre estão presentes num projeto de ensino, pois uma pesquisa, um experimento, uma síntese, um festival, uma oficina, são proposições de ações presentes em sala de aula.



A dimensão atitudinal do conteúdo está presente no cotidiano escolar, envolvendo valores, atitudes, normas, posturas que influem nas relações e interações da comunidade escolar numa perspectiva educacional responsável, valorativa. Está presente na visão ideológica subjacente ao contexto pedagógico construído nas interações cotidianas em que se materializa a produção do saber.



A escola é um contexto socializador, gerador de atitudes relativas ao conhecimento, ao professor, aos colegas, às disciplinas, às tarefas, à sociedade. A não compreensão das relações, das atitudes, dos valores, das normas como conteúdos escolares faz com que estes sejam comunicados, sobretudo de forma inadvertida. Entende-se por competências cognitivas modalidades estruturais da inteligência, operações que o sujeito utiliza para estabelecer relações com e entre os objetos, situações, fenômenos e pessoas: observar, representar, imaginar, reconstruir, comparar, classificar, ordenar, memorizar, interpretar, inferir, criticar, supor, levantar hipóteses, escolher, decidir, identificar, planejar, dentre outras tantas.



Conteúdos CONCEITUAIS - o que é preciso saber.



Conteúdos PROCEDIMENTAIS - o que é preciso saber fazer.



Conteúdos ATITUDINAIS - os que admitem ser.



Conceituais - O que é preciso "saber" Entre outros requisitos, o que permite que os alunos aprendam conceitos de maneira significativa na escola é:



a) Possuir uma série de saberes pessoais.



b) Contar com professores dispostos a trabalhar considerando os alunos como centro de sua intervenção.



O conhecimento em qualquer área requer informação. Para aprender um conceito, é necessário estabelecer relações significativas com outros conceitos.



Os objetivos referentes a fatos, conceitos e princípios freqüentemente são formulados mediante os seguintes verbos: IDENTIFICAR, RECONHECER, CLASSIFICAR, DESCREVER, COMPARAR, CONHECER, EXPLICAR, RELACIONAR, SITUAR (no espaço ou no tempo), LEMBRAR, ANALISAR, INFERIR, GENERALIZAR, COMENTAR, INTERPRETAR, TIRAR CONCLUSÕES, ESBOÇAR, INDICAR, ENUMERAR, ASSINALAR, RESUMIR, DISTINGÜIR, APLICAR, etc.



Procedimentais - "saber fazer" • O que implica aprender um conteúdo procedimental provém de seu caráter de "saber fazer". A característica do saber fazer se refere à realização de ações e de exercícios de reflexão sobre a própria atividade e de aplicação em contextos diferenciados. Torna claro o caráter necessariamente significativo e funcional que deve ter a contribuição desse conteúdo. • Os objetivos referentes a procedimentos freqüentemente são formulados mediante os seguintes verbos: MANEJAR, CONFECCIONAR, UTILIZAR, CONSTRUIR, APLICAR, COLETAR, REPRESENTAR, OBSERVAR, EXPERIMENTAR, TESTAR, ELABORAR, SIMULAR, DEMONSTRAR, RECONSTRUIR, PLANEJAR, EXECUTAR, COMPOR, etc.



Atitudinais - "ser" Tendências ou disposições adquiridas e relativamente duradouras para avaliar de um modo determinado, um objeto, uma pessoa, um acontecimento ou situação e atuar de acordo com essa avaliação. A formação e a mudança de atitudes operam sempre com três componentes: • Componente cognitivo (conhecimentos e crenças); • Componente afetivo (sentimentos e preferências); • Componente de conduta (ações manifestas e declaração de intenções); Os objetivos referentes a valores, normas e atitudes freqüentemente são formulados mediante os seguintes verbos: COMPORTAR-SE (de acordo com), RESPEITAR, TOLERAR, APRECIAR, PONDERAR (positiva ou negativamente), ACEITAR, PRATICAR, SER CONSCIENTE DE, REAGIR A, CONFORMAR-SE COM, AGIR, CONHECER, PERCEBER, ESTAR SENSIBILIZADO, SENTIR, PRESTAR ATENÇÃO À, INTERESSAR POR, OBEDECER, PERMITIR, PREOCUPAR-SE COM, DELEITAR-SE COM, RECREAR-SE, PREFERIR, INCLINAR-SE A, TER AUTONOMIA, PESQUISAR, ESTUDAR, etc.


Fonte: www.udemo.org.br

7 de out. de 2011

ESTA CHEGADO O DIA DO: 1 TORNEIO ESPORTIVO DA E. M. CAPITÃO SILVINO AZEREDO - 2011

1° TORNEIO ESCOLAR NA ESCOLA MUNICIPAL CAPITÃO SILVINO AZEREDO

TITULO I – DAS FINALIDADES

Art. 1° - O I Torneio de Futsal e Queimada da Escola Municipal Capitão Silvino Azeredo tem por objetivo incentivar, no meio estudantil, a pratica desportiva assim como os benefícios educacionais e comportamentais inerentes a atividade como: Espírito de equipe, cooperação, amizade e disciplina.

TITULO II – DA ORGANIZAÇÃO

Art. 2° - O I Torneio de Futsal e Queimada é um evento promovido e realizado pelos profissionais da área do esporte professor: Valdeci Cerqueira CREF. 018141/G-RJ, com as Estagiárias Leticia Raquel Lima e Verônica Marques e com o apoio da Secretaria Municipal de Educação e Lazer – SEMEL.

TITULO III – PERIODO DE REALIZAÇÃO

Art. 3° - O I Torneio de Futsal e Queimada será realizado no dia 17 ou 24 de Novembro de 2011 na quadra poliesportiva da Praça Jardim Tropical no Município de Nova Iguaçu e no pátio da escola nos horários de 08ás 11hs da manhã e de 13ás 16hs da tarde.

TITULO IV – DA PARTICIPAÇÃO:

Art. 4° - Somente poderão participar do evento, alunos regularmente matriculados e que estejam frequentando presencialmente o curso regular do 1° seguimento do ensino fundamental, devidamente autorizados, pelos responsáveis através de declaração assinada pelos mesmos.

Parágrafo Primeiro: Cada turma poderá inscrever até 02 (dois) times com no mínimo 08 (oito) e no máximo 12 (doze) alunos para formar o time de futsal (masculino) e o time de queimada feminino.

Parágrafo Segundo: Poderá participar do evento o aluno que estiver em condições de saúde, apto para a prática esportiva e devidamente autorizado pelos responsáveis conforme Art. 4°.

Paragrafo Terceiro: Participarão do evento somente os alunos que estiverem devidamente uniformizados e usando tênis com o colete para diferenciar os times por cima.

TITULO V – DAS INSCRIÇOES

Art. 5° - As inscrições serão feitas de forma automática conforme o nome na lista de frequência escolar, sendo confirmada através da autorização dos responsáveis conforme informa o Art. 4°.

Parágrafo Primeiro: Além da autorização assinada pelo responsável a Diretora e a Coordenadora de Pratica Pedagógica-CPP autorizam a participação dos alunos no evento, estando à mesma ciente das informações prestadas neste documento e das condições e obrigações, assumindo total responsabilidade pelas informações prestadas devendo assim assinar, rubricar e/ou carimbar este documento.

Paragrafo Segundo: Todos os alunos participantes deverão preencher uma ficha com o nome completo, Data de nascimento, Numero de telefone convencional e celular de preferencia da mãe e/ou pai.

1 de out. de 2011

Ginástica Historiada

Nome do Autor(a) Não encontrado; Obs. Obra feita com a colaboração de: Talitha De Conti Roncolato

O Leão e o Rato.



Certo dia o rato saiu da toca correndo. (correr)
Muito assustado estava o rato pois fugia do gato preto.
No caminho encontrou o leão, levou um grande susto e começou a tremer. (tremer)
O rei dos animais vendo o ratinho tão nervoso, não lhe fez mal nenhum e deixou que ele seguisse seu caminho.
Um dia o leão caiu em uma armadilha e por mais que movimentasse o corpo não conseguia sair. (movimentar o corpo inteiro). Fez força (movimento de empurrar), rugiu furioso mais de nada adiantou.
O rato que naquele dia passava por ali viu o desespero do amigo e resolveu roer as cordas da rede com muita paciência.
Quando terminou estava cansado, mas muito feliz então começou a dar pulos de alegria (saltar). Saltou tanto que começou novamente a ficar cansado, tão cansado que mal conseguia respirar e respirava assim (respirar bem devagar).
O leão, vendo-se livre, agradeceu ao ratinho e prometeram sr amigos para sempre.

A Fuga do Palhaço.




Era uma vez um palhacinho que estava muito triste.
Ele estava cansado de ficar no circo.
Resolveu, então, fugir para uma floresta.
Ele arrumou o cabelo e saiu muito contente pulando que nem sapo (saltar)
Na floresta havia muitas árvores e o palhacinho ia contornando todas elas. (zig zag)
No meio do caminho o palhacinho teve que atravessar um rio, então ele pegou um barco e saiu remando, remando (remar sentado)
Quando chegou à outra margem ele encontrou uma enorme pedra atrapalhando seu caminho. O palhacinho começou a empurra-la. Empurrou, empurrou (empurrar) até que ela saiu do caminho.
Mas adiante havia uma cerca bem no lugar onde o palhacinho deveria passar. O que foi que ele fez? Passou por baixo da cerca (rastejar)
Do outro lado da cerca havia um canguru e o palhacinho resolveu imita-lo. (saltar como um canguru.)



Enquanto ele imitava o bichinho, avistou um passarinho e resolveu imitar um canguru voador
(pular e bater com os braços)
Mesmo brincando, o palhacinho começou a ficar cansado. Seu pezinho doía e ele resolveu caminhar só com o pé direito para descansar o outro (pular com o pé direito), depois só com o pé esquerdo (pular com o pé esquerdo).
A noite chegava rápido e o palhacinho cansado começava a ficar com medo. A única coisa que ele queria agora era voltar para o circo.
Ele começou então a voltar pelo mesmo caminho.
Ele contornava as árvores bem devagar, pois estava muito cansado. (andar em zig zag bem devagar), sua garganta doía e ele fazia assim (respirar ofegante)
O sono chegava depressa e o palhacinho não conseguia manter os olhos abertos por muito tempo (piscar).

Neste momento ele avistou o circo e começou a ouvir o riso das crianças.
O palhacinho já não se sentia mais cansado, não tinha medo nem sono. Ele começou a respirar fundo e bem devagar, afinal ele estava em casa. (exercício de respiração).



O Gatinho Pipo:




Era uma vez um gatinho chamado Pipo. Um dia ele acordou com muita preguiça. (esticar braços e pernas).
Mamãe gata já estava chamando e ele teve de pular da cama. Ele saiu correndo para atender a mamãe. (correr).
Saiu com tanta pressa que bateu com o pé na mesa (pular num pé só).
Depois que o pé parou de doer, ele saiu a passear. (quadrupedar) e não prestou atenção nos carros que passavam, quase foi atropelado se não tivesse pulado para trás. (quadrupedar para trás).
Pipo ficou nervoso e começou a tremer (tremer).
Voltou correndo para casa. (quadrupedar correndo) e se deitou novamente (deitar). Pipo aprendeu a lição e agora cada vez que sai a rua olha para todos os lados. (movimento do pescoço).

Livro: cultura corporal – quando brincar e aprender de Alexandra Cipriano - Ed. Virtual boocks.

Obs: Eu, Leticia nao sou autora desta obra.

18 de set. de 2011

BrInQuEdOs CaNtAdOs

                     BRINCADEIRAS CANTADAS(clic aqui para ver a fonte)

1 - A CANOA VIROU
1.1. A canoa virou 1.2. Se eu fosse um peixinho
Deixá-la virar, E soubesse nadar,
Por causa da (nome da pessoa) Tirava (nome da pessoa)
Que não soube remar Do fundo do mar.

Formação: As crianças formam uma roda de mãos dadas, a roda gira cantando a primeira quadra na qual é mencionado o nome de uma criança. Esta deixando as mãos das companheiras, faz meia volta, dá-lhes novamente as mãos e, de costas para o centro da roda, continua a caminhar. Novamente é cantada a primeira quadra sendo escolhida a criança que estiver à esquerda daquela que virou, procedendo da mesma maneira que sua companheira. Assim continua o brinquedo. Quando todas estiverem de costas para o centro da roda, passa a ser cantada a segunda quadra e, uma a uma, as crianças voltam à posição inicial, mencionando-se sempre aquela que estiver à esquerda da última que virou.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
2 - A CARROCINHA
2.1. (A carrocinha pegou).
Três cachorros de uma vez ) Bis
Tra lá lá )
Que gente é essa )
Trá lá lá )
Que gente má ) Bis.
Formação: Crianças de mãos dadas; ao centro, formando outra roda, três crianças. As crianças das duas rodas, de mãos dadas, saltitam cantando os dois primeiros versos. Ao terminá-los, para e cantam os versos finais batendo palmas no ritmo da música, enquanto as crianças que estão no centro, separando-se, colocam-se à frente de companheiras da roda principal e, tendo as mãos na cintura, com elas pulam, ora num pé ora noutro, estendendo as pernas, alternadamente, para a frente.  As três crianças escolhidas substituem as que estão no centro da roda.
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
3- A GALINHA DO VIZINHO
3.1. A galinha do vizinho,
Bota ovo amarelinho.
Bota um, bota dois, bota três,
Bota quatro, bota cinco, bota seis,
Bota sete, bota oito, bota nove,
Bota dez!.

Formação: Crianças de mãos dadas. A roda gira cantando. Ao terminar, dizendo a palavra. “Dez” – as crianças, sem deixar as mãos das companheiras, dão um pulo e caem no chão.

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