A psicomotricidade integra várias técnicas com as quais se pode trabalhar o corpo, relacionando-o com afetividade, o pensamento e o nível de inteligência. Enfocando assim, a educação dos movimentos, ao mesmo tempo em que põe em jogo as funções intelectuais. Estudos mostram que as primeiras evidências de um desenvolvimento mental normal são manifestações puramente motoras.
Nesse sentido Loureiro (2000) afirma ser a Psicomotricidade a otimização corporal dos potenciais neuro, psico-cognitivo funcionais, sujeitos a leis de desenvolvimento e maturação, manifestados pela dimensão simbólica corporal própria, original e especial do ser humano. Já Costallat (2002) define psicomotricidade como ciência de síntese, que com a pluralidade de seus enfoques, procura elucidar os problemas que afetam as inter-relações harmônicas que constituem a unidade do ser humano e sua convivência com os demais.
Em contrapartida, Fonseca (2008) enfatiza o discurso de que se deve evitar o tipo de análise de Loureiro e Costallat (2002) para não cair no erro de colocar o psíquico e o motor como elementos distintos, o que segundo seu pensamento, esses componentes seriam o mesmo. Seguindo essa ideia, Fonseca coloca a Psicomotricidade com fins educativos pelo emprego do movimento humano e não um novo método, uma corrente de pensamento.
Por sua vez a Sociedade Brasileira de Psicomotricidade define psicomotricidade como a ciência que tem por objeto de estudo o homem através de seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo. Sendo assim, seu desenvolvimento é de extrema importância na formação integral do cidadão, questão base desta pesquisa, que é a de investigar se um bom trabalho psicomotor é tão importante e se sua falta estaria relacionada às dificuldades na alfabetização de muitas crianças com as quais nos deparamos nas escolas.
Por estudar o ser humano de maneira integral sem desprezar os aspectos afetivos (social), cognitivos (psíquicos) e motor, é que a psicomotricidade fornece excelentes subsídios para fins didáticos durante o processo de formação do indivíduo, visando estimular as seguintes áreas:
• comunicação e expressão, trabalhando com a linguagem e socialização ampliando o conhecimento de si e do mundo;
• percepção que é a capacidade de reconhecer e compreender estímulos recebidos;
• coordenação motora, mais ligada ao desenvolvimento físico que supõe a integridade e a maturação do sistema nervoso;
• orientação ou estruturação espacial e temporal, importantes no processo de adaptação do indivíduo ao ambiente corresponde também à organização intelectual do meio que está ligada à consciência, à memória e às experiências vividas;
• conhecimento corporal que é a percepção do próprio corpo e de todos os sentidos juntando-se a lateralidade que é a percepção dos lados direito e esquerdo; e
• habilidades conceituais que estão ligadas ao conhecimento lógico-matemático, que por sua vez é construído a partir da coordenação das relações que estabeleceu anteriormente entre os objetos.
Nesse sentido Loureiro (2000) afirma ser a Psicomotricidade a otimização corporal dos potenciais neuro, psico-cognitivo funcionais, sujeitos a leis de desenvolvimento e maturação, manifestados pela dimensão simbólica corporal própria, original e especial do ser humano. Já Costallat (2002) define psicomotricidade como ciência de síntese, que com a pluralidade de seus enfoques, procura elucidar os problemas que afetam as inter-relações harmônicas que constituem a unidade do ser humano e sua convivência com os demais.
Em contrapartida, Fonseca (2008) enfatiza o discurso de que se deve evitar o tipo de análise de Loureiro e Costallat (2002) para não cair no erro de colocar o psíquico e o motor como elementos distintos, o que segundo seu pensamento, esses componentes seriam o mesmo. Seguindo essa ideia, Fonseca coloca a Psicomotricidade com fins educativos pelo emprego do movimento humano e não um novo método, uma corrente de pensamento.
Por sua vez a Sociedade Brasileira de Psicomotricidade define psicomotricidade como a ciência que tem por objeto de estudo o homem através de seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo. Sendo assim, seu desenvolvimento é de extrema importância na formação integral do cidadão, questão base desta pesquisa, que é a de investigar se um bom trabalho psicomotor é tão importante e se sua falta estaria relacionada às dificuldades na alfabetização de muitas crianças com as quais nos deparamos nas escolas.
Por estudar o ser humano de maneira integral sem desprezar os aspectos afetivos (social), cognitivos (psíquicos) e motor, é que a psicomotricidade fornece excelentes subsídios para fins didáticos durante o processo de formação do indivíduo, visando estimular as seguintes áreas:
• comunicação e expressão, trabalhando com a linguagem e socialização ampliando o conhecimento de si e do mundo;
• percepção que é a capacidade de reconhecer e compreender estímulos recebidos;
• coordenação motora, mais ligada ao desenvolvimento físico que supõe a integridade e a maturação do sistema nervoso;
• orientação ou estruturação espacial e temporal, importantes no processo de adaptação do indivíduo ao ambiente corresponde também à organização intelectual do meio que está ligada à consciência, à memória e às experiências vividas;
• conhecimento corporal que é a percepção do próprio corpo e de todos os sentidos juntando-se a lateralidade que é a percepção dos lados direito e esquerdo; e
• habilidades conceituais que estão ligadas ao conhecimento lógico-matemático, que por sua vez é construído a partir da coordenação das relações que estabeleceu anteriormente entre os objetos.